quarta-feira, 25 de abril de 2012
Benefícios do Chá Branco - Emagrecedor
Pesquisas comprovam que o Chá Branco possui efeitos maiores que o Chá Verde e, além disso, possui um sabor mais suave.
O Chá Branco ajuda a acelerar o metabolismo, é diurético e desintoxicante, favorecendo a perda de peso. Tanto o Chá Branco como o Chá Verde são extraídos da planta Camellia sinensis, a diferença está no momento da colheita. As folhas do chá branco são colhidas ainda jovens, antes de passarem pelo processo de oxidação. Na sua penúgem esbranquiçada, possui uma concentração 40% maior de catequinas e polifenóis, que são substâncias altamente antioxidantes e termogênicas, podendo possuir um efeito emagrecedor maior do que o chá verde.
Outra boa notícia é que o chá branco ajuda a inibir as enzimas responsáveis pela compulsão alimentar, além de desintoxicar o organismo e facilitar o emagrecimento. Se você quer emagrecer com rapidez e saúde, associe o chá branco a uma dieta balanceada.
O Chá Branco contém manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas C, K, B1 e B2,
Também é Rico em substâncias antioxidantes.
Fonte da Juventude
Entre todos os chás, o branco é o que apresenta maior concentração de polifenóis, entre outros antioxidantes. Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.
Chá Branco Emagrecedor
Assim como o chá verde, o branco acelera o metabolismo e ajuda a eliminar a gordura corporal. Porém, ainda não se comprovou o quanto exatamente o chá branco é mais eficiente do que o verde para emagrecer. Pesquisas indicam que a versão verde aumenta a queima de calorias em cerca de 4%. Os responsáveis, mais uma vez, são os antioxidantes presentes na Camellia sinensis (a planta que dá origem aos chás verde, branco e preto) e também à cafeína, entre outros compostos.
Força para a Beleza
Substâncias encontradas na Camellia sinensis ajudam a prevenir cáries, têm acção anti-inflamatória e antigripal, activam o sistema imunológico e regeneram a pele.
Como Consumir Chá Branco
Pelo menos uma ou duas xícaras ao dia, quente ou frio, de preferência sem açúcar.
Fontes:
Imagens: Google images
terça-feira, 24 de abril de 2012
A noticia que faltava saber!!
É menina, também :)
Os ABA estao a crescer a uma velocidade incrivel....e tudo maioritariamente cor de rosa :)
HAPPY <3
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*Eu*
domingo, 22 de abril de 2012
Migas Alentejanas
Um destes fds foi tempo de comer "alentejanamente"
Um belo almoço concerteza, que deixa água na boca a qualquer um que saiba o que é degustar umas espectaculares Migas Alentejanas.
Viva o Alentejo
E nao é que agora mesmo desgustava este maravilhoso prato com todo o prazer!!!
Um belo almoço concerteza, que deixa água na boca a qualquer um que saiba o que é degustar umas espectaculares Migas Alentejanas.
Viva o Alentejo
E nao é que agora mesmo desgustava este maravilhoso prato com todo o prazer!!!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Derbi Real Madrid (4) - Atletic de Madrid (1)
Depois de um dia "cansativissimo" de trabalho, nada como ir a assistir a um "partido de futbol" y además Derbi.
Nem a chuva que caiu nos primeiros minutos de jogo contribuiu para "aflojar" os animos.
Foi, pois, sem dúvida um jogo muito emocionante.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
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*Eu*
"GREASE" El Musical
Das coisas que mais gosto de fazer na vida....
Assistir a um Musical!
Desta vez foi o "GREASE"
Fantástico, é tudo o que posso dizer.
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
"Esta Noite sonhei com Mario Lino"
Miguel Sousa Tavares
8:00 Segunda feira, 29 de junho de 2009
Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/esta-noite-sonhei-com-mario-lino=f523352#ixzz1ovtv1qRl
As raparigas do Norte
As raparigas do Norte", por Miguel Esteves Cardoso
''As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis.
Têm o ar de quem pertence a si própria.
Andam de mãos nas ancas.
Olham de frente.
Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam.
Confiam, mas não dão confiança.
Acho-as verdadeiras.
Acredito nelas.
Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.
Têm o ar de que sabem o que estão a fazer.'
SOU DO NORTE :)
''As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis.
Têm o ar de quem pertence a si própria.
Andam de mãos nas ancas.
Olham de frente.
Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam.
Confiam, mas não dão confiança.
Acho-as verdadeiras.
Acredito nelas.
Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.
Têm o ar de que sabem o que estão a fazer.'
SOU DO NORTE :)
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