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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

3 metros sobre el cielo - Trailer

Claro que depois da "degustação" da imaginação durante a leitura, vem agora a "degustação" com os olhos ;)
Já amanha, ou melhor hoje, visto que já são 01:43 H da madrugada de Sexta-feira 3,  estreia o filme aqui em Espanha, versão espanhola claro, que os espanhóis estes tem que ter tudo seu. Alguém conhece um povo mais nacionalista que eles??
Bem o que importa é que o meu namorado me vai levar a ver o filme, (a ver se chega a horas) e eu vou desfrutar imenso, ou não fosse a personagem principal, Step, que os espanhóis decidiram mudar o nome para H, vá-se lá entender porquê, ser interpretado pelo actor que está "buenissimo" Mario Casas. É algo para ser desfrutado em gande. ;) Mesmo que o filme não valesse nada, que vale, valia a pena ir vê-lo, só para limpar a vista com este "bombón" ;)

Tres metros sobre el cielo

É uma história de amor, para mim, mais credível, comparada com "Desculpa mas vou chamar-te amor", ambas do mesmo autor, Federico Moccia.
Tres metros sobre el cielo, é um livro que te "engancha" desde o início, devido à escrita simples mas não banal de Federico, acompanhada de momentos e peripécias e situações bastante reais. Não te enfadas e tens vontade de continuar a ler, mesmo que os olhos se te fechem (muitas vezes tinha sono, mas a curiosidade de saber o que viria a seguir, era mais forte). Não que no final me surpreendesse muito, mas a doçura e o encanto das personagens, mantém esse desejo e essa curiosidade bem desperta!
Como diz Giogia " Um livro que conquista tanto os jovens como os trintões que ainda recordam a magia dos seus dezasseis anos" .

De facto posso dizer que em mim despertou certos sentimentos e desejos que embora não tenha muitas saudades dos meus dezasseis anos, e tampouco esteja feliz por ter quase trinta, estaria disposta agora a cometer certas loucuras que não cometi ;)

domingo, 14 de novembro de 2010

Transformando el Amor

Aquella noche comenzó su transformación. Hecho un flan se rasuraba el cuerpo mientras pensaba que debía haber formas mejores de depilarse sin montar esa escabechina. Eliminó hasta el último vello, se embadurnó de crema y se puso la ropa, primero la interior, después falda, camisa… Se maquilló como pudo, se colocó el pelucón y se miró en el espejo. Iba hecho un adefesio pero debía continuar. No lo hacía por sentirse preso en un cuerpo equivocado, ni por disfrutar de una doble identidad. Desde que supo que ella salía con una mujer estaba dispuesto a todo para no perderla.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Desculpa, mas vou chamar-te amor







De facto um livro que poderia levantar muita polémica entre o público, devido à diferença de idades dos protagonistas... não fosse a época em que vivemos.
Uma época onde a liberdade de sentir se vive sem escusas, nem remordimentos.
Onde os sentimentos mais que livres são vividos de forma excêntrica e sentida, verdadeira polémica e até envergonhada mas nunca escondida.
Gosto muito da existência dessa liberdade para poder ser tudo...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Na Mesa de Cabeceira

«Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.»


Miguel Sousa Tavares
Capa do livro:  No Teu Deserto






















 «Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.»

 E não é que o Miguel tem razão??

Há coisas que não têm tanto impacto quando ouvidas "ditas", como aquele que provocam quando ouvidas "escritas".
 Daí não fazer mal que de vez em quando recebamos uma carta, ou um bilhete de alguém que amamos muito, ou nem tanto. No fundo o que se retém, quer "ditas" quer "escritas", é o essencial da mensagem principal que o emissor nos quer transmitir. 
Simplesmente que quando o facto é escrito este parece causar maior impacto, e passem os anos que passem a mensagem está sempre ali, a um passo de abrir um envelope e recordar "tim-tim" por "tim-tim", cada uma das palavras que nos foi proferida e sentir de novo, com a mesma força aquilo que nos transmitiu em dado momento.

Ás vezes mais nos vale falar de menos e escrever de mais.

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