sexta-feira, 2 de junho de 2017

Liberdade na Amizade

Esta sou eu.
Amiga dos meus amigos. Disponível sempre e para os que assim o desejarem. Com uma palavra quando é tempo disso. E um abraço quando as palavras sobram ou simplesmente não se encaixam no contexto. Sou amiga de quem me quer bem. E até tentei ser amiga de quem menos me quiz bem...
Esta sou eu.

Contudo, porque quase sempre há um mas, eu gosto, amo, os meus amigos, mas não gosto desse lado de obrigação. Não gosto desse lado de estar porque sim, de ligar porque devo, de mandar mensagem porque fica bem, de sair porque se não o fizer alguém me vai olhar de lado....
Não. Não tenho porquê viver obrigada as minhas amizades. Para mim isso não existe. E isto é válido tanto para as amizades, como para a família, algum ou outro conhecido, relações profissionais...
Relações "obrigacionadas"?? Não obrigada.


Valoro e muito a espontaneidade. A simplicidade de uma relação.

Relações descomplicadas, sem horas nem porquês. Sem exigências. Tão bom. 

Há que cuidar a amizade sim. As amizades não são um "por favor". São carinho, abraços, discussões e pazes, gargalhadas e lágrimas. A amizade é terapia. A terapia dos dias cansados e apagados. E é também vida. Amizade é um bem precioso que se não for regada regularmente, vai secando até morrer.  Mas no dia-a-dia existem contextos para o fazer de forma espontânea. Basta com seguir o coração. E nada de exageros. Todo o exagero pode levar ao cansaço, fartanço e posteriormente à ruptura. E quando há uma ruptura é difícil voltar ao que foi antes. É coo aquela frase "...posso até perdoar, mas não esqueço!"

" A amizade nunca foi e nunca será uma questão de presença física. Porque amigo não precisa estar. Amigo precisa ser." Tudo dito.

Boas amizades desse lado.


Fontes:
Texto: Sandra Pereira
Foto: Google Images
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