segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paradoxos da minha vida

Adoro viver em Madrid!
Uma das cidade do mais heterógeneas que existe, super fashion, super cultural, bonita de dia ou de noite, com uma cultura que abraça o "Vive la Vida", com tudo o que necessitas aqui á mão, com centenas de ideias, possibilidades...Um MUNDO para se viver.

Contudo há uma coisa que esta cidade e todas as outras do Mundo, não me podem oferecer.
O cheiro do carinho dos amigos. O perfume da amizade. O calor de me sentir rodeada de pessoas de quem gosto, de sobrinhos que quer queira quer não, crescem sem que eu esteja presente e compartilhe com eles esse gosto de cerscer, de viver!
De cada vez que estou com eles, sinto uma nostalgia enorme que me abala o coração.
Estão maiores, mais crescidos, com mais personalidade, com sorrisos mais compostos, com ideias já afixadas...

 
Poder viver e desfrutar de Madrid, tem o lado mau de não poder desfrutar dos sobrinhos e dos amigos sempre e quando me apetece. E isso nunca mais vai ser igual. Nao estar presente, não tem solução. Eles nunca mais vão ser os mesmos. Nunca mais vão voltar a ser crianças. Nunca mais vão ter  aquele tamanhinho que só o que apetece é mimar, acariciar...Não! porque vão-se tornando a cada dia que passa mais independentes, mais livres, mais autónomos...

Esta é sem dúvida a consequência que mais lamento de viver longe daqueles de quem gosto.
É a faceta menos bonita de viver em Madrid.
O aspecto menos positivo de poder ter uma liberdade e uma vida que não trocaria por nada.

Um exemplo mais, muito real,  de paradoxos com que a vida nos brinda.

Fontes:
Texto e Fotos: Sandra Pereira e Google Images
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